quinta-feira, 23 de agosto de 2012

GERAÇÃO AVIVADA


        “E não sede conformados com este mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês”. Sem dúvida, um dos maiores perigos que cercam as igrejas nos atuais dias, é o secularismo e o formalismo.
        O secularismo é uma doutrina que ignora os princípios espirituais, pregando assim, o liberalismo, o qual ensina que tudo nos é lícito e permitido, e nada que façamos é condenável, pois a graça de Deus nos justifica. Na visão liberalista, podemos pecar o tempo todo conscientemente, que a graça divina sempre nos justificará.
        O formalismo por si é uma ênfase exagerada às formas externas e ritualísticas do culto. O formalismo valoriza mais o culto do que mesmo ao cultuado. O formalismo, contudo, é algo que enfada ao Senhor, Ml. 2.17, e destrói a espiritualidade autêntica.
        Será que não temos nos dias atuais, uma geração secularista? Uma geração formalista?
        Há muitos em nosso meio que desprezam os princípios bíblicos, morais e não estão nem aí em ter uma vida santificada perante o Senhor. Tem hoje, um número cada vez mais crescente de templos evangélicos que vivem sempre lotados, e com um número grande de “fiéis”. Contudo, vivemos em uma época de declínio espiritual alarmante. 1 Tm. 4.1. São igrejas cheias; cheias de pessoas completamente vazias. Pessoas que vão à igreja aos domingos, que dão os seus dízimos, cantam ou tocam em determinado grupo musical da igreja, e apenas cumprem com um ritualismo de um culto. Presta um culto sem racionalismo, sem quebrantamento de espírito, que mais parece uma peça de teatro, uma simples apresentação artística ensaiada.
        Não é isto que Deus espera desta geração. Não é isto que O agrada. Todo este formalismo deixa o Senhor com nojo de nossos atos e comportamento. Este tal formalismo só gera iniqüidade, idolatria, vida ambígua. O formalismo, como já dito, valoriza mais os ritos do culto; valoriza mais aos costumes do que Aquele que está, ou ao menos deveria está sendo cultuado. E se, em nossa vida, colocamos algo ou alguém à frente ou acima de Deus, isto é idolatria. Os idólatras como nós bem sabemos, não herdarão o reino de Deus. Deus abomina tais pessoas.
        O secularismo e o formalismo só trazem mal às nossas vidas e às nossas igrejas. O cristianismo de nossa época tem passado por um tenebroso período de desvios e modismos doutrinários. Nunca na história se torceu tanto as Escrituras Sagradas como em nossos dias! Quem nunca ouviu falar da teologia da prosperidade, na confissão positiva? Tentando fugir às verdadeiras responsabilidades espirituais, o homem tem criado ao seu bel prazer seus meios de escape: “Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências” 2º Tm. 4.3.
E apenas, e tão somente, o autêntico avivamento é o antídoto infalível contra estes males que satanás tem investido contra os escolhidos por todas as gerações.
        Avivamento significa trazer de volta à vida. Avivamento, ao contrário do que muitos imaginam é diferente de movimento.
        Entretanto, para ocorrer um genuíno avivamento em nossas vidas, faz-se necessário, nos enquadrarmos em alguns requisitos Divinos.
        O avivamento para ser verdadeiro e contínuo, impreterivelmente deverá ser embasado na Palavra de Deus. Em toda a história do povo de Deus, o avivamento só teve resultados duradouros, quando se iniciaram e continuaram sob a Palavra de Deus. Um avivamento gerado sem o ensino da Palavra, não passa de um mero movimento regido por meros mortais religiosos. Sem o ouvir a Palavra não existe arrependimento, nem transformação de vidas, portanto, impossível haver avivamento.
        Deixe-me citar como o exemplo o avivamento ocorrido no tempo de Neemias. O povo de Israel havia regressado do exílio babilônico, e estavam reconstruindo a cidade e retomando a vida aos poucos. E em determinado dia, “todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha ordenado a Israel” Ne. 8.1. Foi dessa forma que se deu início a um poderoso avivamento no meio daquela geração, outrora cativa: todos sedentos de ouvir a Palavra de Deus sendo pregada. Durante sete dias, a leitura da Palavra de Deus foi lida para todo povo, que atentamente ouvia, das seis da manhã ao meio-dia.
        A leitura da Palavra era feita pausadamente, para que todo o povo pudesse assimilar bem, e à medida que iam lendo também explicavam o que se estava sendo lido. E apesar de toda essa carga-horária o povo ouvia atentamente, sem se cansarem. Infelizmente, nos nossos dias, os cultos de doutrina e ensino são pouco assistidos. As nossas escolas bíblicas são pouco freqüentadas. Sim, todas essas reuniões são desprezadas pela maioria dos cristãos atuais. Isso mostra uma grave falta de apetite pela Palavra de Deus. Enquanto isto, festas e shows ticos como evangélicos lotam ginásios, grandes templos ou mesmo estádios. Infelizmente nestes eventos, muito pouco ou mesmo nada se fala da Palavra de Deus. Que Deus tenha de nós misericórdia.
        Quem ama ao Senhor e deseja viver um real avivamento, ama a bíblia e nela medita de dia e de noite. Existem crentes que passam toda uma semana sem sequer ler um único versículo das Sagradas Escrituras. A única vez em que abrem a bíblia é para acompanhar a leitura devocional no culto de domingo.
        Somente depois de ouvirem a exposição da Lei de Deus, é que ocorreu com o povo de Israel um dos maiores avivamentos da história. O povo pôde alegrar-se com a construção do Templo, e com a restauração dos muros de Jerusalém. Notemos, porém, que o avivamento só veio depois que o povo ouviu, compreendeu e obedeceu a Palavra de Deus.
        Nossa geração precisa urgentemente viver um grande avivamento como o ocorrido na geração de Neemias. Hoje, os pais não ensinam mais a bíblia aos seus filhos. Ficou muito mais fácil deixá-los em frente à televisão, aprendendo ensinamentos completamente distorcidos, contrários aos preceitos divinos. Os pregadores, nos púlpitos, são na maioria das vezes, temáticos e superficiais, em vez de serem mais expositivos e teológicos pregando a genuína Palavra. Pregar bênçãos e prosperidade causa muito mais aceitação entre os que os ouvem que falar a verdade bíblica. O verdadeiro ensino da bíblia, muitas vezes é rudimentar, não aperfeiçoado. O sistema educacional bem como a mídia trata o cristianismo, como sendo letra morta, que sobrevive apenas como hobby de um determinado grupo de pessoas leigas e de um estilo de vida raro.
        Assim sendo, não há nessa geração, o menor incentivo para se tornar biblicamente literato e culto. O resultado é uma geração pateticamente ignorante da Palavra de Deus, que deixa se levar por todo vento de doutrina, simplesmente por não estar arraigada na verdade. Não se pode esperar uma busca consistente de Deus enquanto as coisas assim permanecerem.
        Devemos nos alicerçar na Palavra de Deus. A Palavra é inspirada, inerrânte, infalível, imutável e soberana. Querer avivamento sem base bíblica é como construir a casa na areia; vindo o primeiro vendaval a derruba.
Quando se fala em avivamento, muitas pessoas logo se lembram da passagem bíblica de Joel 2.28, quando Deus promete derramar do Seu Espírito sobre toda a carne. Nesta passagem bíblica nos deparamos com a promessa Divina de um grande avivamento, mas, se verificarmos com atenção os versículos anteriores, nós veremos que Deus faz algumas exigências ao povo para poder derramar do Seu Espírito.
        A primeira condição para receber de Deus este genuíno avivamento, está descrita no versículo doze: “Convertei-vos...”. Converter-se quer dizer “voltar para”, “mudança radical”, “mudar de modo de vida”. Se antes eu vinha à igreja simplesmente por vir, agora eu venho à igreja por prazer em adorar ao meu Deus, agradecido a Ele por mais esta oportunidade de me achegar à Sua presença.
        Também podemos entender o ato de converter-se como conserto de altar. No primeiro livro dos reis capítulo dezoito e versículo trinta, lemos o seguinte: “Então, Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e reparou o altar do Senhor que estava quebrado”. Em outra versão bíblica diz que Elias começou a consertar o altar de Deus que estava derrubado. Eu fico me perguntando, se Elias não tivesse consertado aquele altar, se ele não tivesse ajustado algumas pedras que estavam desajustadas, fora do lugar, será que o Senhor teria respondido ao pedido de Elias enviando fogo do céu e consumindo o holocausto, provando assim que era o verdadeiro Deus?
        Quem sabe você possa dizer: “Deus precisava responder com fogo para provar que era verdadeiro Deus. Ele teria respondido mesmo assim”. E se eu te afirmar que Deus não responderia à fervorosa oração de Seu servo Elias se este não houvesse consertado o altar? E você poderá dizer: “Se não respondesse com fogo ele não provaria para o povo de Israel que é o verdadeiro Deus”. E eu te respondo: mandando fogo ou não, Ele continuaria sendo Deus verdadeiro. Deus não é meu empregado para fazer tudo o que eu quero, que desejo ou ‘ordeno’ que Ele faça.
        Caim e Abel são dois irmãos. Caim, um hábil agricultor, enquanto Abel, um bom pastor de ovelhas. Certo dia, Caim vai ao seu pomar, apanha alguns frutos e oferece a Deus como oferta de gratidão ao Senhor. Abel, por sua vez, vai até os campos onde estão as suas ovelhas, e escolhe dentre elas o mais belo cordeiro, primogênito, sem mancha nem defeito, e o oferece em sacrifício, como oferta ao Senhor.
        Deus, quando viu estas cenas, agradou-se então de Abel e recebeu a sua oferta. Mas, e a oferta de Caim? Deus rejeitou não só a oferta como também o ofertante. E, então, Caim ficou muito triste e irado.
        Será que Deus estava interessado apenas em cordeirinhos, e não nos frutos da terra? Esta não era a questão. O próprio Deus, tempos mais tarde, instituiria a seguinte determinação: “também guardarás a festa da sega, a das primícias do teu trabalho, que houveres semeado no campo; igualmente guardarás a festa da colheita à saída do ano, quando tiveres colhido do campo os frutos do teu trabalho. As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do Senhor teu Deus”. Ex.23.16,19.
        A rejeição da oferta deu-se pelo fato da atitude de Caim. Diz a bíblia que Caim pegou alguns produtos da terra e os ofereceu ao Senhor. Enquanto que Abel, por sua vez, pegou o primeiro carneirinho nascido no seu rebanho. Enquanto Abel preocupava-se em oferecer a Deus o seu melhor, Caim oferecia qualquer fruto como sacrifício. Tanto que Deus lhe diz: “Se tivesse feito o que é certo, você estaria sorrindo; mas você agiu mal”. Gn. 4.7.
        Quem não se lembra de Nadabe e Abiú? Eles foram separados para servirem como sacerdotes perante o Senhor. Entretanto, certo dia “Nadabe e Abiú, filhos de Arão, pegaram cada um o seu queimador de incenso, colocaram incenso dentro, puseram fogo e apresentaram a Deus, o Senhor, como oferta. Mas não fizeram isso de acordo com as leis de Deus, e por isso ele não aceitou a oferta”. Lv. 10.1.
        Hoje, as pessoas querem ser cheias de Deus, mesmo vivendo uma vida espiritual desajustada, de qualquer maneira. Aquele desafio que Elias propôs não foi uma ordem expressa de Deus, e sim um ato de fé do profeta. Agora vejamos: Jesus disse: “tudo quanto pedirdes em meu nome, Eu o farei...” João 14.13. Mas Ele usando o apóstolo Tiago no capítulo quatro e versículo três também falou o seguinte: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal”. Ou seja, pedimos muitas das vezes com nossos altares desconsertados, e por isso Deus não responde. Precisamos consertar o altar, precisamos nos converter ao Senhor.
        Na oração que o sábio rei Salomão fez, por ocasião da inauguração do Templo, ele pede ao Senhor que ouça a oração do seu povo quando eles se converterem se porventura, tiverem pecado contra Deus. Salomão condiciona a resposta de Deus à oração do povo apenas depois do povo converter-se. Versículos 24, 26 e 37 do capítulo 6 do segundo livro das crônicas.
        Sem uma verdadeira conversão, não há resposta divina, não há um verdadeiro e duradouro avivamento em nossa geração. Queres fazer parte de uma geração avivada por Deus? Converta-se a Ele.
        Segunda condição para viver o avivamento divino é: “Rasgai o vosso coração...”. Quando Deus recomenda que o povo, ao invés de rasgar as vestes, rasgue o coração, estava pedindo tão somente que o povo tivesse uma atitude de arrependimento sincera. Deus desejava que a atitude do povo para com Ele, fluísse do mais íntimo de cada um, não apenas da boca pra fora. No tempo bíblico, quando alguém estava muito entristecido, ou arrependido por algum pecado cometido, em sinal de tristeza ou arrependimento, rasgava as suas vestes. Esta era uma atitude comum para externar arrependimento ou humilhação perante o Senhor.
        Rasgar o coração significa quebrantamento, arrependimento sincero. Em Isaías 29.13 Deus fala ao profeta; “Esse povo ora a mim com a boca e me louva com os lábios, mas o seu coração está longe de mim...”. No primeiro capítulo de Isaías, podemos ver Deus cheio de nojo com o culto prestado pelo Seu povo. O povo prestava um culto superficial, sem sinceridade nos lábios. Era um culto sem vida, sem alegria, cumpriam apenas a liturgia do culto. Não havia adoração sincera, e não era aquilo que desejava o Senhor. O que Deus desejava era que o povo se quebrantasse perante Ele, que o povo se entregasse com um coração sincero à Sua presença.
        Para rasgar o coração, é preciso haver a morte do “eu”. Hoje, as pessoas são muito altruístas. O termo “EU” trata-se do sentimento que conduz as pessoas a enxergarem somente a si mesmas e aos seus próprios interesses. Trata-se, portanto, do egoísmo. Este “eu” teve sua origem no coração de satanás, e ao longo dos séculos tem reinado no coração de milhões de pessoas.
        O egoísmo é o amor exclusivamente próprio, é orgulho, soberba. O “eu” quer sempre estar nos primeiros lugares, gosta muito de uma tapinha nas costas, elogios, gosta de reinar. E quem deve reinar em nossa vida não somos nós mesmos, e sim, o Senhor Jesus Cristo.
        “Porque eu, mediante a própria lei, a fim de viver para Deus, estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho no corpo, vivo pela fé no filho de Deus, que me amou e a Sí mesmo se entregou por mim” – Gl. 2.19,20.
        Devemos nos humilhar debaixo da potente mão de Deus - 1Pe. 5.6. Muitas pessoas dizem que “Deus só quer o coração”. Na verdade, Ele quer o coração, pois este é o centro de toda a nossa vida, e quem dá o coração está entregando-se inteiramente ao Senhor. Todavia, tais pessoas se utilizam dessa afirmativa para dizer que Deus não se preocupa com a nossa aparência, o nosso linguajar, o nosso comportamento, etc. Deus está, sim, preocupado com tudo o que há em nós - 1Ts. 5.23.
        O terceiro ponto para sermos uma geração avivada é “tocar a trombeta”. Tocar a trombeta fala de adoração. Deus estava cansado de receber uma adoração supérflua, sem vida, inútil. E hoje não se torna diferente. Ele está à procura de verdadeiros adoradores que O adorem em verdade. A adoração a Deus é algo incrível. A adoração libera o poder de Deus de forma surpreendente. Deus aprecia a verdadeira adoração. Ele libera Seu poder quando O adoramos. Entretanto, esta adoração precisa ser sincera e verdadeira.
        A palavra “adorar” vem do latim “adorare”, significando render culto, reverenciar, venerar, amar extremosamente. Numa linguagem mais simples, e acessível a todos nós, a adoração pode ser definida como sendo um ato de render culto ou de tributar louvores.
        Muitos são os que se denominam adoradores, porém, poucos são os que agradam ao Senhor. A adoração é a arma mais poderosa para movermos a mão de Deus. Quando adoramos Deus sempre nos responde com poder.
        Certa vez os reis de Samaria, Judá e Edom saíram a guerrear contra os moabitas, entretanto, no caminho acabou toda a água, então o rei de Samaria lamentou: “estamos perdidos! O Senhor nos entregou os três, ao rei de Moabe”. Então o rei Josafá, de Judá, indagou se porventura não haveria ali, nenhum profeta para que pudessem consultar ao Senhor. Então trouxeram Eliseu. Este, por sua vez, solicitou que lhe trouxessem um tangedor, ou seja, alguém que toca harpa. À medida que o músico adorava a Deus com sua harpa, a bíblia diz que o poder do senhor Deus veio sobre Eliseu e ele profetizou a vitória.
        Não citarei todas as narrativas bíblicas, das vezes que Deus deu vitória ao povo em decorrência da adoração. Alguns casos, porém, fazem-se necessários serem lembrados.
        Josafá viu-se cercado por reis inimigos que pretendiam acabar com ele. E o que fez Josafá? Determinou que os cantores se posicionassem a frente do exército e adorassem a Deus. O que houve então? Os inimigos foram desbaratados de forma surpreendente.
        Paulo e Silas foram trancafiados em uma masmorra, e ao invés de se lamentarem, começaram a orar e a adorar a Deus. De repente, Deus envia um terremoto e liberta-os.
        Jó perdeu tudo o que possuía, e mesmo assim prostrou-se em terra e adorou ao Senhor, sem se lamentar nem blasfemar. O Senhor restituiu a Jó em dobro tudo o que tinha.
        Se ao invés de reclamar, de se lamentar, pararmos para adorar ao Senhor por todos os Seus benefícios bem como pela Sua soberania, provaremos da Sua graça e poder sendo derramados em nossas vidas. Somente desta forma nos tornaremos uma geração avivada. Adorando ao Senhor não importando quais sejam as circunstâncias.       
        Quarto requisito para uma geração ser avivada é: “santificai a congregação...”. Joel 2.16. A bíblia nos ensina que sem a santificação ninguém verá a Deus. Hb. 12.14. Santificar significa “consagrar, pôr à parte, separar ou dedicar uma coisa ou alguém para uso estritamente pessoal”. Viver em santidade é viver separado do pecado, e ser dedicado ao Senhor para uso Dele.
        O avivamento não coexiste com a impureza do pecado, por isso ordena-nos o Senhor nosso Deus: “sede santos, pois eu sou santo”.
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