segunda-feira, 29 de abril de 2013

A RIQUEZA DE SALOMÃO



  Quando lemos os livros de Reis e Crônicas descobrimos então a grandeza do rei Salomão. Sua riqueza resume-se nas seguintes palavras: “Fez o rei que em Jerusalém houvesse prata como pedras” II Cr 9.27.
    Salomão foi grandemente rico. Seu palácio real foi resultado de treze anos de trabalho. Era ligado ao Templo por uma escadaria de sândalo vermelho e perfumado. Era um amontoado de edifícios, sendo que o palácio real propriamente dito foi construído com mármore polido coberto de cedro do Líbano. O seu trono era feito de marfim e ouro com leões esculpidos em cada lado das escadas. Uma ala adicional do palácio tinha 200 paveses de ouro e 300 escudos de ouro batido.
    Tamanha era a riqueza de Salomão que até seus copos eram feitos de puro ouro! A magnificência de seu reino exigia um batalhão de funcionários. O consumo alimentar diário chega a ser assustador. Dez bois gordos e mais vinte de pastos e mais cem carneiros só para as refeições principais, afora os veados, cabras e aves.
    Que homem! Tinha Deus e riquezas. Possuía sabedoria e ouro. Mas ao fim de seus dias Salomão entendeu que as riquezas podem ser enganosas, que luxo e dinheiro não satisfazem o vazio interior do homem. Ele escreveu: “eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia...” Ec 2.11.
    Muitos crentes e lideres religiosos não concordariam com esta afirmação do sábio rei Salomão. Estão sempre à procura de riquezas. Paulo já nos advertiu: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas” 1Tm 6.9.
                                                                                                                    M.D.
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